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Conferências 2017

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programa no dia pretendido.

 

Inscrições obrigatórias aqui

Valores de Inscrição (IVA incluido):

 Valores Incricao

- Almoço não incluído no valor da inscrição.

 

- Câmara Municipal de Lisboa – Os Técnicos interessados deverão entrar em contacto com a Departamento de Desenvolvimento e Formação ( Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar ou 21 792 8150), a fim de efectuarem a sua inscrição. 

Como Chegar?

Morada: Avenida Fontes Pereira de Melo, 38 | 1069-300 Lisboa

Autocarro - Carris: 207, 727, 736, 738, 744, 783

 Metro: linha amarela - Picoas

Parqueamento bicicletas

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A4digital

Nesta sessão será partilhada a experiência dinamarquesa e portuguesa em estratégias de desenvolvimento e investimento em mobilidade de bicicleta no contexto da cidade, bem como as vantagens em termos ambientais e de sustentabilidade.

 

Orador: Klaus Bondam (diretor da  Danish Cyclists Federation)

Debate com a presença de José Sá Fernandes (vereador CML) e Luis Natal Marques (Presidente EMEL)

(a sessão será em inglês e não tem tradução)

Auditório Caleidoscópio (Jardim do Campo Grande)

18 setembro das 10 horas às 12 horas.

 

 

Entrada gratuita com inscrição obrigatória.


Klaus Bondam é o Diretor da Danish Cyclists Federation: http://www.cyklistforbundet.dk/english e  foi vereador da Câmara de Copenhaga, entre 2006 e 2010. CV disponível em www.bondam.dk (em inglês).


Leia um recente artigo de Klaus Bondam no The Guardian, e exemplos de outras conferencias em que participou:

- https://www.theguardian.com/cities/2017/jun/15/urban-planners-let-child-cycle-here-denmark?CMP=share_btn_fb

- http://www.cycling-embassy.dk/2017/01/10/shaping-great-cities-cycling-public-space-danish-way/

- https://www.velo-city2017.com/

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greencapital2019 enova slideshow recicloagua

Lisboa é uma das cinco cidades finalistas e a única cidade do sul da Europa nesta fase da candidatura a European Green Capital 2019. Trata-se do mais importante reconhecimento europeu da política ambiental de uma cidade, que analisa o comportamento dos municípios em 12 níveis distintos. A apresentação final da candidatura acontece a 31 de Maio, numa cerimónia em Essen, na Alemanha, Capital Verde 2017.

No âmbito da candidatura de Lisboa a Capital Verde Europeia 2019, a Câmara Municipal de Lisboa e a Agência Lisboa E-Nova organizam um ciclo de conferências sobre ambiente e energia.

 

24 Maio, 17H30

O (RE)CICLO DA ÁGUA

Oradores: Miguel Centeno de Brito (Faculdade de Ciências da UL), António Joyce (LNEG), António Coutinho (EDP Comercial)

Moderador: Maria Santos (Lisboa E-Nova)

 

As sessões são gratuitas, mas a inscrição é obrigatória, sujeita a validação.

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Lisboa é uma das cinco cidades finalistas e a única cidade do sul da Europa nesta fase da candidatura a European Green Capital 2019. Trata-se do mais importante reconhecimento europeu da política ambiental de uma cidade, que analisa o comportamento dos municípios em 12 níveis distintos. A apresentação final da candidatura acontece a 31 de Maio, numa cerimónia em Essen, na Alemanha, Capital Verde 2017.

No âmbito da candidatura de Lisboa a Capital Verde Europeia 2019, a Câmara Municipal de Lisboa e a Agência Lisboa E-Nova organizam um ciclo de conferências sobre ambiente e energia.

 

27 Abril, 17H30

LISBOA, CIDADE SOLAR?

Oradores: José Sardinha (EPAL - Águas de Portugal), José Saldanha Matos (IST - Instituto Superior Técnico)

Moderador: José Sá Fernandes (CML)

 

As sessões são gratuitas, mas a inscrição é obrigatória, sujeita a validação.

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A propósito do Dia Mundial da Biodiversidade, que se celebrou a 22 de maio, decorreu no passado dia 9 a Conferência “Serviços dos Ecossistemas nas Cidades: a biodiversidade e a adaptação climática ao serviço da qualidade de vida”, no Centro de Congressos do LNEC, em Lisboa.


No âmbito da Conferência (dia anterior) realizaram-se visitas técnicas ao Corredor Verde Oriental e ao Corredor Verde Periférico. Na primeira os participantes visitaram o Parque da Vinha, o Parque do Vale de Chelas (observado através do miradouro nascente) e o Parque da Bela Vista a norte, caminhando em direção à ponte ciclo pedonal onde foi feita uma explicação sobre a ponte do Vale da Montanha e do seu prolongamento previsto a jusante. Na visita ao Corredor Verde Periférico, os participantes desceram a pé o Vale da Ameixoeira. Em ambas as visitas, o objetivo foi destacar os aspetos inovadores das soluções encontradas para estas duas zonas, mostrando a aplicação de conceitos de “NBS” (soluções de base natural) na consolidação da infraestrutura verde de Lisboa, reforçando os serviços dos ecossistemas fornecidos por esta estrutura, designadamente a aplicação de diversas soluções de controlo na origem para a gestão da drenagem, a opção pela naturalização de linhas de água, a redução de soluções impermeáveis ao nível dos pavimentos, a introdução de alternativas aos cobertos regados e a potenciação da biodiversidade.

Na sessão de abertura da conferência estiveram presentes Carlos Pina, Presidente do LNEC, Nuno Lacasta, Presidente da APA e José Sá Fernandes, Vereador da Estrutura Verde e Energia da Câmara Municipal de Lisboa.

A primeira apresentação do dia coube a Humberto Rosa, Diretor para o Capital Natural da Direção Geral de Ambiente da Comissão Europeia com o tema “Perspetivas para a promoção da infraestrutura verde e dos serviços dos ecossistemas na União Europeia”. Nesta apresentação, Humberto Rosa contextualizou as políticas da União Europeia (UE), nomeadamente no que diz respeito ao objetivo de até 2020 manter e melhorar os ecossistemas e os seus serviços dentro e fora das áreas protegidas, restaurar pelo menos 15% dos ecossistemas degradados, estabelecer uma infraestrutura verde em toda a UE e assegurar que não haja perda efetiva de biodiversidade. Esta infraestrutura verde deve ser estrategicamente planeada de áreas naturais e semi naturais com outras características ambientais concebidas e geridas para fornecerem uma gama de serviços ecossistémicos (em ambientes terrestres, aquáticos, costeiros e marinhos) e deve ser uma estrutura que permita ecossistemas saudáveis que ofereçam múltiplos bens e serviços valiosos e economicamente importantes para as pessoas, tais como: água limpa, armazenamento de carbono, polinização, mitigação e adaptação às alterações climáticas.
Humberto Rosa falou também nos desenvolvimentos mais recentes da UE sobre a natureza, serviços ecossistémicos e infraestruturas verdes como a avaliação aprofundada das Diretivas das Aves e Habitats concluídas em 2016 e o Plano de Ação da UE para a Natureza, Pessoas e Economia (Abril de 2017), que tem como finalidade melhorar a implementação das Diretivas da Natureza e aumentar a sua contribuição para as metas da UE em matéria de biodiversidade para 2020.

A apresentação de Christian Küepfer, da Universidade alemã Nurtingen abordou a “Ecological account” na Alemanha. Küepfer falou sobre os 5 anos de experiência com o Eco Account que recorre ao princípio do Poluidor-Pagador para parar a perda de biodiversidade. Para ele um planeamento regional poderoso e obrigatório ajuda a conservar a biodiversidade e é a base para enfrentar desafios espaciais. Especialmente em regiões densamente povoadas as Eco Account desempenham um papel fundamental na Alemanha para alcançar a sustentabilidade. Küepfer  referiu que a conservação da biodiversidade necessita de um quadro legal, de responsabilidade e de dinheiro: os conceitos compensatórios podem ser impulsionados / financiados por este princípio do poluidor-pagador.

Saldanha Matos da European Water Association fez uma apresentação sobre como explorar a ligação água-alimentação e água-energia na cidade, falando nas tendências e desafios do crescimento demográfico, principalmente em países em desenvolvimento que resultam em diferentes preocupações: na migração das zonas rurais para as urbanas, no aumento de recursos de consumo e nas leis e requisitos ambientais mais exigentes e ambiciosas, bem como, nos desafios da adaptação a um ambiente em constante mudança como as alterações climáticas ou o uso dos solos.
Referiu as interações claras entre o setor da água e outros setores: ciências sociais, economia, ecoeficiência, recuperação de recursos (água, nutrientes, energia), soluções baseadas na natureza, na separação tendencial e reutilização de subprodutos de tratamento e na "descentralização" e "saneamento no local" (usando localmente os recursos) e na relevância dos serviços em vez de infraestruturas, bem como no papel crucial do conhecimento e do "know-how", para inovar e permitir o uso da inteligência para produzir valor.
Terminou referindo a importância das abordagens sustentáveis e o potencial de criação de valor a partir das soluções que explorem a ligação água-alimentos-energia tais como modelos de negócio, emprego e desenvolvimento.

No segundo painel cujo tema foi “A infraestrutura verde urbana”, Manuela Raposo Magalhães do LEAF (Linking Landscape, Environment, Agriculture and Food)/Instituto Superior de Agronomia falou na estrutura Ecológica nacional e na “Ordem Ecológica e Desenvolvimento – o futuro do território português”. Partilhou o conceito de Aptidão como o conjunto de características da paisagem e das exigências de qualquer atividade humana, desde as que necessitam de edificação, até às mais exigentes, como as que envolvem seres vivos e também partilhou algumas conclusões relativamente aos grandes grupos de atividade, às espécies arbóreas e aos matos.

Ana Luz do Ce3C (Centre for Ecology, Evolution and Environmental Changes), FFCUL, apresentou o projeto “Green Surge - Green Infrastructure and Urban Biodiversity for Sustainable Urban Development and the Green Economy” que é um projeto colaborativo entre 24 parceiros em 11 países, cujo principal objetivo é desenvolver a infraestrutura verde urbana como um conceito de planeamento para a integração e promoção da biodiversidade e dos serviços dos ecossistemas, adaptado ao contexto local.

Rafaela Matos do LNEC fez uma apresentação sobre desafios da drenagem urbana dando o exemplo do conceito das Cidades Porosas como Roterdão e Copenhaga, tendo referido as principais tendências europeias tais como a importância da gestão adaptativa  (portfólio de procedimentos e soluções), a coexistência de soluções de alta tecnologia com soluções “baseadas na natureza”, o papel do “Conhecimento” e da “Inovação”, a economia circular e o uso eficiente dos recursos (água / energia / resíduos), o planeamento, a partilha de experiências ou a educação para as questões  da água, da energia  e dos resíduos. Rematou dizendo que é necessário mudar “com as pessoas” e não “para as pessoas”.

A sessão da tarde iniciou-se com uma apresentação sobre os “Os desafios das alterações climáticas em Lisboa” apresentada por Paulo Pais, da Câmara Municipal de Lisboa (CML), que falou sobre o Plano Diretor Municipal e as medidas de adaptação (que integram iniciativas e medidas para reduzir a vulnerabilidade dos sistemas naturais e humanos contra os efeitos das alterações climáticas, efetivas ou esperadas) e mitigação (que considera as mudanças tecnológicas que reduzam os recursos aplicados e as emissões por unidade de produção. A mitigação das alterações climáticas implica a concretização de políticas para reduzir o efeito de estufa provocado pelas emissões de gases e aumentar os sumidouros), tendo dado exemplos de espaços verdes, eixos arborizados e espaços verdes integrados. Falou também de vários aspetos referentes à Estratégia Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas (EMAAC), referindo a criação de uma plataforma colaborativa para a gestão da informação relativa ao acompanhamento e monitorização da EMAAC e a respetiva articulação da plataforma com o conjunto de sistemas de informação da CML.

João Dinis, do Município de Cascais, falou sobre o planeamento do território e os impactes provocados pelas alterações climáticas. A estratégia de Cascais passa pela valorização da energia através do Pacto dos Autarcas, da Matriz Energética, de uma política de sustentabilidade energética e da implementação de ações para eficiência energética. Passa também pelo combate às alterações climáticas através do PECAC (Plano Estratégico de Cascais face às Alterações Climáticas), da integração no Plano Diretor Municipal, da implementação de ações de adaptação e do Plano de Ação à Adaptação das Alterações Climáticas. O PECAC analisa os potenciais impactes das alterações climáticas para Cascais ao longo do séc. XXI e através dos cenários estabelecidos pelo IPCC-Nações Unidas para os setores chave, estabelecem-se ações de resposta transversal assentes na mitigação e adaptação aos impactes esperados.

“A Gestão da Estrutura Ecológica do Barreiro” foi o título da apresentação do Vereador Rui Lopo da Câmara Municipal do Barreiro que numa pequena introdução contextualizou a cidade e a sua história tendo de seguida apresentado a grande diversidade de sistemas de paisagem, fortemente influenciada pela relação que estabelece com o rio Tejo, com uma frente ribeirinha de aproximadamente 17 Km lineares. Cerca de 26% do território emerso é Estrutura Verde, 830 ha constituídos por espaços florestais, espaços agrícolas e espaços verdes de recreio, lazer e de proteção e enquadramento.

Duarte d´Araújo Mata, da Câmara Municipal de Lisboa, falou sobre os “Desafios à gestão da infraestrutura verde urbana no sul da Europa mais especificamente no caso de Lisboa”. Nesta apresentação foram identificados os maiores desafios à expansão e gestão da estrutura verde urbana e foi apresentada a estratégia que a cidade de Lisboa está a aplicar para conseguir atingir diferentes metas de sustentabilidade, bem como algumas das ações concretas que podem ser replicadas em outras cidades, designadamente do sul da Europa.
Nesta exposição ficámos a conhecer como é que Lisboa está organizada para responder aos desafios climáticos e tivemos respostas sobre como tornar útil uma infraestrutura verde, como mante-la sem custos, como torna-la resiliente e como criar mais e melhor.

No último painel do dia com o tema “A natureza, um serviço ao serviço das pessoas” contámos com a participação de Miguel Brito que apresentou  a “Estratégia BIP/ZIP de Desenvolvimento Local – Bairros e Zonas Prioritárias de Lisboa” tendo referido que a visão de sustentabilidade para a cidade passa pela promoção da coesão socio-territorial e pelo combate às causas de prevalência territorial da pobreza e exclusão, pela promoção da participação ativa das comunidades e atores locais no desenvolvimento local, por uma concertação estratégica e operacional entre parceiros públicos e privados, bem como pelo alinhamento e compatibilização com os instrumentos do quadro Portugal 2020 e pela monitorização, sistematização e divulgação de informação.

Teresa Santos, da Câmara Municipal de Loures apresentou o Parque da Várzea e Costeiras de Loures que ocupa 1.700 ha de solo rural, quase despovoado, no centro do Concelho de Loures, unindo as cidades de Loures e Sacavém e ainda as sedes de freguesia de São Julião Tojal, Santo Antão Tojal, Santo António dos Cavaleiros, Frielas e Unhos.
A importância concreta e simbólica deste território motivou a C.M. de Loures a delimitá-lo no Plano Diretor Municipal com o objetivo geral de criação do Parque da Várzea e Costeiras de Loures: um parque que liga os mundos rural e urbano, onde os contrastes se valorizam mutuamente e onde se pretende garantir os usos do solo que melhor compatibilizem a produção agrícola, com a conservação da natureza, a regulação ambiental, a identidade cultural e o recreio e lazer da população. A forma como estão a responder a este desafio através de vários projetos foi o tema central da apresentação.

A Câmara Municipal de Almada fez uma apresentação intitulada “Promover a resiliência territorial através dos serviços ambientais dos ecossistemas” tendo falado do “porquê” e do “para quê” de um Planeamento de Base Ecológica. As Soluções de Base Ecológica permitem intervir no território de forma flexível, multifuncional, eficaz, reforçando a resiliência do meio natural e/ou urbano, com custos mais reduzidos comparativamente às soluções “cinzentas”. Estas soluções têm elevada replicabilidade e potencial transformativo, respondendo simultaneamente a diversos riscos e vulnerabilidades, com benefícios e impactos positivos e diretos nas comunidades e o planeamento e a gestão do território de base ecológica, e contribuem para um desenvolvimento local eco-eficiente, smart e sustentável.

A última apresentação coube a Fernando Louro Alves, da Câmara Municipal de Lisboa, sobre o tema “O Plano de Ação Local para a Biodiversidade de Lisboa”.
A Câmara Municipal de Lisboa, com o seu Plano de Ação Local para a Biodiversidade pretende implementar de uma forma integrada a Estratégia Municipal para a Biodiversidade em Lisboa até 2020. Muitas atividades têm já sido desenvolvidas, mas muito mais se poderia fazer, para o que é necessária a colaboração de todos. A cidade de Lisboa tem já ótimos exemplos a mostrar, sobretudo no âmbito do restauro do ecossistema de Monsanto, na reinstalação de corredores ecológicos, na salvaguarda de bolsas verdes com valores a preservar, na área da promoção do saber e da divulgação do saber em torno da biodiversidade em meio urbano. Lisboa pretende cumprir com as suas responsabilidades ambientais neste âmbito, mas pretende também ver as continuidades a serem estabelecidas com os municípios limítrofes de uma forma articulada a um nível supramunicipal.

 

Dia 9 de maio

Para aceder ás apresentações, clique nos respetivos nomes dos oradores.

Hora

Tema

08h30 Recepção dos participantes
09h00 Abertura
Carlos Pina, Presidente do LNEC + Nuno Lacasta, Presidente da APA + José Sá Fernandes, Vereador Estrutura Verde e Energia da Câmara Municipal de Lisboa
09h30

PAINEL PLENÁRIO 1 – TEMA: “URBAN ECOSYSTEM SERVICES / Serviços dos ecossistemas urbanos”
Moderator / Moderador: Ana Seixas, Territory Agency  / Subdirectora Geral da Direcção Geral do Território
-    Prospects for the Promotion of Green Infrastructure and Ecosystem Services in the EU: Humberto Rosa, Director for the Natural Capital, DG Environment, European Commission
-    Ecological account in Germany: Christian Küepfer, Nurtingen University, Germany
-    Exploring the water- food nexus, and the water-energy nexus in the city: Saldanha Matos (EWA – European Water Association)

Este painel plenário não têm tradução simultânea.

11h00 DEBATE
11h20 COFFEE BREAK
11h40

PAINEL PLENÁRIO 2 – TEMA “A INFRAESTRUTURA VERDE URBANA”
Moderador: André Caldas, Presidente da Junta de Freguesia de Alvalade
- Ordenamento Potencial da Paisagem de Base Ecológica. Aplicação a Portugal; Manuela Raposo Magalhães, LEAF/ ISA
- GREEN SURGE study on urban green infrastructure planning and governance, Ana Luz, Ce3C, FFCUL
- Tendências e desafios da gestão da drenagem urbana; Rafaela Matos, LNEC

Devido a questões técnicas não nos é possivel transmitir os vídeos deste painel.

12h40 DEBATE
13h00 ALMOÇO
14h15 PAINEL PLENÁRIO 3 – TEMA “DESAFIOS DE GESTÃO DOS ECOSSISTEMAS URBANOS”
Moderador: Maria Santos, Lisboa-e-Nova
- Os desafios das alterações climáticas em Lisboa; Paulo Pais / Ana Cristina Lourenço, CM Lisboa
- O planeamento do território e alterações climáticas: o caso do Concelho de Cascais; João Dinis, CM Cascais
- A Gestão da Estrutura Ecológica do Barreiro; Vereador Rui Lopo, CM Barreiro
- Desafios à gestão da infraestrutura verde urbana no sul da Europa: o caso de Lisboa; Duarte d´Araújo Mata, CM Lisboa
15h35 DEBATE
15h55 COFFEE BREAK
16h15 PAINEL PLENÁRIO 4 – TEMA: “A natureza, um serviço ao serviço das pessoas”
Moderador: Luisa Schmidt, ICS
- O Programa “BIP/ZIP” em Lisboa e a participação cidadã na qualificação ambiental de proximidade, Miguel Brito
- Parque da Várzea e Costeiras de Loures: um Parque metropolitano; Teresa Santos, CM Loures
- Promover a resiliência territorial através dos serviços ambientais dos ecossistemas, Nuno Lopes / Catarina Freitas, CM Almada
- O Plano Acção Local Biodiversidade de Lisboa, Fernando Louro Alves, CM Lisboa
17h35 DEBATE
17h55 ENCERRAMENTO E CONCLUSÕES
David Travassos, Jornalista
18h15 LANÇAMENTO DA CONFERÊNCIA DA EWA (EUROPEAN WATER ASSOCIATION) 10-11- MAIO, LNEC
Prof. Saldanha Matos, EWA
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Lisboa vai acolher nos próximos dias 15, 16 e 17 de março o Fórum da Mobilidade da Rede Eurocidades que decorre sob a temática “Um novo paradigma de mobilidade: construir uma cidade para todos;. A Rede Eurocidades, que pretende promover o intercâmbio das melhores práticas e representar os interesses das grandes cidades junto das instituições comunitárias, promovendo a inclusão das exigências urbanas nas políticas europeias, está organizada num conjunto de Fóruns, sendo um deles o Fórum da Mobilidade que integra vários grupos de trabalho das temáticas da acessibilidade, da mobilidade, da segurança rodoviária e da logística urbana. Durante estes 3 dias estarão em Lisboa especialistas internacionais em questões centrais para as políticas de mobilidade e acessibilidade.

O Fórum abre ao público no dia 16 de março, de manhã, onde especialistas portugueses terão oportunidade de participar e conhecer outros projetos e realidades, ocasião para a troca de conhecimento e experiência com os vários especialistas internacionais que participarão no Fórum.

Destinatários: Especialistas e técnicos das áreas da mobilidade, acessibilidade e segurança rodoviária

A sessão é gratuita e tem tradução.

Hora Tema
08h30-09h00 Recepção dos participantes
09h00-09h30

Sessão de abertura e boas-vindas
António Mexia, Presidente EDP
Evgeni KRUSSEV, Presidente do Fórum Mobilidade da rede EUROCITIES, Vice-Presidente de Sofia

Duarte Cordeiro, Vice - Presidente da Câmara Municipal de Lisboa

09h10-10h30

Sessão inspiracional
O novo paradigma de mobilidade de Lisboa, Tiago Farias - Presidente da CARRIS
Experiência europeia

10h30-11h00 Pausa para café
11h00-12h50

Sessões de diálogo
Formatos e objetivos:

Os 4 diálogos repetem-se em duas rondas, de 50 minutos, permitindo a que cada participante se inscreva em dois temas. Para cada tema, será apresentada ao público a experiência de lisboa e de outra cidade europeia, seguindo-se a discussão com os participantes.

Diálogo 1: Mobilidade Elétrica
-   A aventura Portuguesa na mobilidade elétrica, André Dias - CEiia
-  Zero emissões do sistema urbano de autocarros (ZeEUS), Pauline Bruge - UITP

Diálogo 2: Serviços partilhados
-  Mobilidade partilhada: inovação para cidades mais habitáveis, Óscar Rodrigues - EMEL
-  Como é que a partilha de auto-condução de carros pode mudar o tráfego na cidade, Luís Martinez - ITF/OECD

Diálogo 3: Acessibilidade Universal
-   O Plano de Acessibilidade Pedonal de Lisboa e o projecto SIMON, Pedro Homem Gouveia -

CML
-    Experiência de uma cidade finalista ao Acess City Award 2016, Celine Cohen & Brigitte Grasset - Toulouse

Diálogo 4: Novas tendências nos transportes públicos
-   Redesenhar o Sistema de Transportes Públicos de Lisboa, Álvaro Costa - TRENMO
-    Pesquisa e inovação nos transportes públicos, László Sándor Kerényi - BKK Budapest

12h50

Encerramento

Christian Specht, Vice-Presidente do Fórum da Mobilidade da Rede Eurocidades

Manuel Salgado, Vereador da CML do Planeamento, Urbanismo, Reabilitação Urbana, Espaço Público, Património e Obras Municipais  

 Inscrições gratuitas, mas obrigatórias. Para se inscrever, clique aqui.

Programa em inglês PDF

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